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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

12 de Outubro, Dia das Crianças e a Internet


Cresce a presença de crianças na web

Pequenos de 2 a 11 anos são 14% dos usuários de internet em casa do Brasil; número total passa de 4,5 milhões


Conheça meios para proteger seus filhos das ameaças on-line


Redes sociais infantis ganham espaço
Sites direcionados oferecem mais segurança e têm filtros de palavras para barrar palavrões e agressores virtuais
TogetherVille é uma espécie de Facebook para crianças; sites brasileiros misturam redes sociais com jogos

Sites recomendados para crianças

Vou copiar abaixo vários artigos da Folha de São Paulo de 29/09/10, publicados no caderno de Tecnologia


Criançada conectada
Cresce importância das crianças no mercado da tecnologia; veja dicas de jogos e redes sociais e saiba como deixar seu filho mais seguro em ambientes on-line


Leticia Moreira/Folhapress
Alunos usam computador no colégio Elvira Brandão, em São Paulo

AMANDA DEMETRIO
DE SÃO PAULO

Eles ainda são miniaturas de gente, mas já representam um bom filão no mercado da tecnologia.
As crianças de 2 a 11 anos que usam internet em casa já são mais de 4,5 milhões no Brasil, segundo dados de pesquisa do Ibope Nielsen Online-NetView realizada em agosto último. No mesmo mês de 2009, havia cerca de 4 milhões de usuários nessa faixa etária. A criançada já representa 14% do total de usuários residenciais no país.
A web anda tão importante que balança o reinado da televisão na vida das crianças. Estudo da Millward Brown Brasil, publicado pelo Ibope, mostra que, no público de até três anos, a TV reina quase que absoluta. Depois disso, porém, passa a disputar espaço com tecnologias como internet e videogames.
O mercado de celulares também aponta para a importância do setor infantil. Somente nos Estados Unidos, o número de crianças de 6 a 11 anos com celular cresceu 68% nos últimos cinco anos, segundo pesquisa divulgada no mês de janeiro.
Nesta edição, saiba mais sobre o crescimento dessa faixa do mercado e conheça jogos, redes sociais e sites específicos para o entretenimento dos baixinhos.
Aproveite também as dicas de brinquedinho eletrônico para escolher o melhor presente para o próximo Dia das Crianças.
Tudo isso sem esquecer a segurança. Não deixe de conferir dicas que ajudam a tornar a web mais segura.



Público infantil procura entretenimento, diz estudo


Ao navegar, crianças procuram entretenimento, são impacientes, confundem-se facilmente, gostam de animações e sons, não distinguem propaganda de conteúdo e preferem recorrer aos favoritos a fazer buscas.
Essas são algumas conclusões de um estudo da Nielsen Norman Group sobre usabilidade na web, que envolveu usuários com idades entre três e 12 anos e é voltado a quem projeta sites infantis.
Enquanto adultos usam a web mais para trabalho, informação e comunicação -e recorrem muito a ferramentas de pesquisa-, crianças procuram entretenimento -e preferem usar links dos favoritos a fazer buscas.
Tanto adultos quanto crianças têm pouca paciência na web, mas os primeiros têm uma predisposição maior para entender a navegação do site ou aguardar o seu carregamento. As crianças exigem interface simplificada e resultados imediatos.
Elas tendem a explorar mais o site, ao ponto de clicarem aleatoriamente pela página para ver o que acontece. Adultos, acostumados com padrões de navegação, agem de maneira mais focada.
O estudo constatou que crianças hesitam mais que adultos em enviar informações pessoais e são bem sensíveis a diferenças de idade.
Durante um teste, uma criança com seis anos reclamou: "Esse site é para bebês, talvez com quatro ou cinco anos. Dá pra saber por causa dos desenhos e dos trens".
"Embora você possa ver tanto pessoas de cinco quanto de seis anos como "crianças pequenas", na mente de uma de seis anos a diferença entre elas é vasta", explica o guru da usabilidade Jakob Nielsen em seu site Alertbox.
Ao comparar o novo estudo com um semelhante feito há nove anos, concluiu-se que as crianças hoje são mais experientes e têm menos dificuldades com computadores, pois começam a usá-los cada vez mais cedo. (EK)


Conheça meios para proteger seus filhos das ameaças on-line

CARLOS OLIVEIRA
EMERSON KIMURA


A internet é uma farta fonte de informação e entretenimento para crianças. Por outro lado, o acesso abre portas para um sem-número de problemas, como software malicioso, conteúdo impróprio e pessoas mal-intencionadas.
Não existe método de proteção infalível, mas algumas recomendações podem ajudar a diminuir bastante a probabilidade de ocorrer um problema.
Além de estar exposta a conteúdo inadequado (como sites de pornografia, violência, drogas e armas), a criança pode envolver-se em casos de abusos virtuais (ciberbullying), conhecer pessoas perigosas, sofrer com falta de privacidade e ser vítima de software malicioso.
A popularização de portáteis (como laptops, tablets e smartphones) e a propagação do acesso à internet em diversas plataformas (como videogames e televisores) aumentam os riscos e a necessidade de cuidados. Os pais precisam ficar alertas e educar cada vez mais: para ensinar os filhos como se portar na internet, é essencial que eles mesmos conheçam os perigos virtuais.
Para auxiliar na tarefa de instruir e monitorar os filhos, existem os programas de controle para pais. São soluções -disponíveis para diversas plataformas- que possibilitam filtrar o acesso a determinados tipos de conteúdo, controlar o tempo de uso e monitorar atividades, entre outras funções.
São úteis, mas devem complementar (e não substituir) a conversa franca e sincera -ainda o meio mais eficiente de proteger os filhos.
Idades diferentes pedem cuidados diferentes.
Até os quatro anos, a criança deve usar o computador junto com os pais; assim, ao mesmo tempo ela aprende coisas novas, diverte-se e fortalece laços familiares.
A partir dos quatro anos, já é possível deixá-la brincar por contra própria, permitindo que faça descobertas e erros e aprenda com isso, mas sempre sob monitoramento.
Por volta dos sete anos a criança começa a buscar certa independência. Os pais devem incentivar isso, mas sem perdê-la de vista. Programas de controle para pais começam a mostrar sua utilidade.
Com o tempo, pode ser liberado o uso de e-mail individual, redes sociais, mensageiros e celulares -sob supervisão e sem deixar de controlar o acesso a conteúdo inadequado-, assim como o tempo de uso. Aos poucos, as restrições podem ser atenuadas até serem eliminadas.
Essas recomendações não são regras rígidas -elas variam conforme a fonte consultada e devem ser adotadas de acordo com as características de cada família.



SE LIGA

CONVERSA
O diálogo é a melhor maneira de saber como o seu filho usa o computador e de ajudá-lo a se proteger. Se ele descobrir que é monitorado sem ter sido avisado, pode perder a confiança em você. Converse sobre os perigos para ele entender a sua preocupação com a segurança dele.



REJEITADOS
Adolescentes odeiam a ideia de serem amigos dos pais no Facebook. É o que diz uma pesquisa da eMarketer feita em maio nos EUA. Entre os jovens de 13 a 14 anos, 58% detestam a presença dos pais na mesma rede. Os resultados ficam mais amenos conforme os jovens crescem.



Redes sociais infantis ganham espaço
Sites direcionados oferecem mais segurança e têm filtros de palavras para barrar palavrões e agressores virtuais
TogetherVille é uma espécie de Facebook para crianças; sites brasileiros misturam redes sociais com jogos

Usuários da internet brasileira com faixa etária entre seis e 14 anos gastaram 60% do tempo on-line em sites de entretenimento, programas de mensagem instantânea e de redes sociais, aponta estudo feito pela comScore divulgado em junho deste ano.
Redes sociais voltadas para o público infantil começam a ganhar espaço no mundo virtual. Uma das mais recentes é a Together- Ville (togetherville.com), que funciona como uma espécie de Facebook para crianças de seis a dez anos.
Disponível desde maio e por enquanto apenas em inglês, o site também dá espaço para que os pais participem e monitorem as atividades dos pequenos.
Na intenção de oferecer uma experiência mais completa, outros endereços eletrônicos combinam jogos e sites de relacionamento.
É o caso do ClubPenguin (clubpenguin.com.br), que funciona também como uma rede social para as crianças.
A criança pode personalizar um pinguim e passear por um mundo onde as aves estão no comando -mas tudo só acontece depois que um responsável faz o cadastro e configura que tipo de bate-papo (com filtro de termos ou apenas frases pré-programadas) poderá ser praticado.
O jovem pinguim pode conversar e ver os outros membros da rede andando pelo mundo virtual.
Também focado na interatividade entre os usuários, o ToonTown (toontown.com.br) oferece um ambiente parecido com o de um RPG on-line, mas bem simples. A criança pode criar um avatar animado para explorar o mundo, fazer amizades e enfrentar monstros.
Por sua vez, o Migux (migux.com.br) é um ambiente virtual aquático em que os pequenos são peixinhos, escolhem uma casa e têm que ganhar conchas, que valem como dinheiro, por meio de jogos para mobiliar seu espaço.

SEGURANÇA
A dentista Anna Carolina Perez, 27 anos, é mãe de Pedro, 9. O garoto não desgruda do computador. "Às vezes, ele não quer nem almoçar para ficar na internet ou em sites de jogos".
Anna, que nunca se preocupou com as atividades do filho na web, se surpreendeu recentemente com um perfil do filho na rede Formspring (formspring.com), onde o usuário responde a questões anônimas. "Tinha muita informação pessoal ali, sobre a escola, telefone de casa e até perguntas mais íntimas, sobre o primeiro beijo dele, que nem eu mesma sabia que tinha acontecido", diz a mãe.
As perguntas podem ter sido atitudes inofensivas de colegas da criança, mas para evitar contato com material pornográfico, vírus ou pedófilos, o ideal é direcionar a criança para sites especificamente infantis, onde o responsável pode ter maior controle. (ALEXANDRE ORRICO)
Kodu Game Lab ajuda criança a desenvolver jogos para PC
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Para quem nunca teve contato antes, o processo de programação de software é algo assustador. As linhas de código são complexas e uma simples letra no lugar errado pode dar pau no aplicativo.
Com a produção de games, a coisa é bem parecida. Um projeto do laboratório de pesquisas da Microsoft, no entanto, tenta suavizar isso e atrair as crianças para não apenas consumir jogos, mas também produzi-los.
O Kodu Game Lab está disponível para download grátis em bit.ly/kodugamelab e é compatível com Windows XP, Vista e 7. A primeira providência do projeto: tirar a programação do teclado. Tudo pode ser feito através do controle do videogame.
Próximo passo: oferecer uma interface simples. Esqueça linhas de código com números e letras. Tudo que a criança precisa fazer é escolher um personagem e atribuir funções a ele, como, por exemplo, colher maçãs.
Depois disso, o jovem programador decide o que acontece após a maçã ser colhida. E assim, a sucessão de eventos que resultam de decisões no jogo são criadas.
Matthew MacLaurin, criador do Kodu, disse à Folha que "a interface foi concebida de tal forma que se uma criança não entender logo de cara a lógica da criação, um adulto, sem qualquer experiência com programação, poderá auxiliá-la com facilidade". Uma busca pelo YouTube traz imagens de jogos criados por internautas. (BR)

OUTROS DESTINOS VIRTUAIS PARA CRIANÇAS BARBIE
barbie.com.br
O site é voltados para as garotas. As meninas podem passear por vários cômodos da Barbie e descobrir jogos e atividades em cada um deles. Na seção "shopping center", novidades e produtos disponíveis para venda


ESCOLA GAMES
escolagames.com.br
Site de jogos educativos para crianças a partir de cinco anos de idade. Todos os jogos foram desenvolvidos com acompanhamento pedagógico. Alguns exemplos de temas são: coleta seletiva, inglês e geometria


FASHION FANTASY
miniclip.com
Com cerca de 1,5 milhão de usuários, o FF é uma espécie de jogo e rede social. É voltado especialmente para garotas que gostam de moda, que podem criar suas próprias marcas de roupas

FLIPERAMA
fliperama.com.br
O paraíso para as crianças: centenas de jogos em Flash, que são executados no próprio navegador. Não precisa de instalação. Para crianças um pouco mais velhas, já que no site há jogos de tiro e luta


IGUINHO
iguinho.com.br
Site que apresenta desde atividades e animações até dicas de primeiros socorros. Há também o Último Segundinho, versão do portal de notícias Último Segundo, com tópicos de interesse dos pequenos



LEÃOZINHO
leaozinho.receita.fazenda.gov.br
Na linha do "aprenda brincando", a Receita Federal tem um site voltado exclusivamente que reúne textos, jogos e vídeos para que os pequenos possam aprender o básico sobre impostos e educação fiscal


MINICLIP
miniclip.com
A criança pode gastar horas no site, que possui milhares -literalmente- de joguinhos em flash. São estilos variados e não precisa de cadastro. Há vários jogos nos quais é possível encontrar um adversário on-line

NEOPETS
neopets.com.br
Aqui as crianças podem criar um pequeno monstrinho, chamado de Pet. Dá para alimentá-lo, mobiliar uma casa para ele, acompanhar o crescimento, comprar itens e ver a evolução de bichinhos de outros usuários


PLENARINHO
plenarinho.gov.br
O que faz um deputado? Como são escolhidos? Esta época de eleição pode ser uma boa desculpa para ensinar desde já como funciona o Congresso e como são escolhidos os representantes da sociedade


RECRUTINHA
exercito.gov.br/recrutinha
A criançada conta com a ajuda do soldado Recrutinha para entender como funciona o serviço militar no Exército brasileiro. Também aprende sobre história do Brasil e deveres cívicos, por meio de brincadeiras e jogos


SMARTKIDS
smartkids.com.br
Jogos e passatempos se misturam com informações educativas sobre ambiente como ciclo da água e origem da vida. Há ainda uma parte especial para professores em busca de conteúdo para crianças


UOL CRIANÇAS
criancas.uol.com.br
Piadas, ajuda para o dever de casa, atividades on-line, jogos e até um guia cultural podem ser encontrados no site do UOL voltado para a garotada. Bem completo, anda disponibiliza uma parte com dicas para os pais


Confira bons jogos para a criançada Indústria da diversão eletrônica investe no público infantil e aposta em títulos para meninos e meninas
Nos Estados Unidos, 60% dos games vendidos são considerados livres para todas as idades
THÉO AZEVEDO

Futebol, Fórmula 1, princesas, danças e muita aventura: para as crianças, jogar videogame é uma verdadeira festa. E, a despeito de quem acha que os jogos violentos são os mais populares, de acordo com a ESA (Entertainment Software Association), 60% dos títulos vendidos nos Estados Unidos são apropriados para todas as idades.
Outro tabu que caiu por terra foi o que reza que videogame é coisa de menino: nos EUA, 40% dos jogadores são do sexo feminino que, não por acaso, é o público que mais rapidamente cresce na indústria.
Em agosto, entre os dez títulos mais vendidos dos EUA, constavam pelo menos três da série Mario, há décadas uma das campeãs de preferência. Aliás, no país, 64% dos pais acham que jogar videogame é um hábito positivo para a vida das crianças.
CONSOLE BRASILEIRO
Além dos consoles de Sony, Nintendo e Microsoft, o mercado brasileiro apresenta uma opção nacional, o Zeebo.
É mais barato que os rivais, mas a qualidade gráfica dos jogos nem se compara com a dos games dos demais.
O aparelho, que baixa jogos através da rede 3G, agora também é capaz de navegar pela internet utilizando o recurso -os pacotes de hora custam entre R$ 3,90 e R$ 7,90. O acesso, porém, é restrito a certos sites, uma forma de evitar expor as crianças a conteúdos inadequados.
O Zeebo custa R$ 299, e os games para ele estão todos em português.
Veja a seguir dicas de bons jogos para todas as idades.
PRINCESAS Aventura com as personagens da Disney dá às meninas a missão de restaurar a ordem em seus reinos; você pode personalizar uma princesa, do cabelo à pele
CORRERIA O porco-espinho azul e sua turma correm à toda velocidade em Sonic Colors, que chega em novembro; eles devem resgatar alienígenas das garras do Dr. Eggman
QUEIMANDO CALORIAS Zumba Fitness, que chega em novembro e propõe um jeito animado de queimar calorias: dançando; a seleção apresenta músicas latinas
CLÁSSICO Craque do Real Madrid, Kaká enfrenta o Barcelona em Fifa 11, que chega às lojas nesta semana e traz melhorias nos passes e na personalidade dos atletas
BRINQUEDOS Toy Story 3, que segue os passos do filme, quando Buzz, Woody e sua turma lidam com um futuro incerto, e Andy está prestes a entrar na faculdade
NAS ESTRELAS Mario e seu companheiro Yoshi voam em Super Mario Galaxy 2, best-seller do Wii, que tem como atração a volta do dinossaurinho verde à série do bigodudo
DANCE NO WII Just Dance 2, cujo lançamento está programado para o Dia da Criança; oferece mais de 45 músicas para balançar o esqueleto em grande estilo
VELOCIDADE Ferrari assume a ponta em cena do jogo F1 2010, simulador que leva a velocidade da categoria ao PC, PS3 e Xbox 360, sem deixar de lado o realismo; é a chance de subir ao degrau mais alto do pódio da Fórmula 1


Garoto de 15 anos busca bi mundial em Guitar Hero
CARLOS OLIVEIRA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Fabio Jardim tem 15 anos e é um prodígio da guitarra. Mas não do instrumento real, que está aprendendo só agora: o jovem paulistano, que está no primeiro colegial, foi campeão do game musical Guitar Hero na World Cyber Games 2009, Mundial de videogames realizado na China. Fabio, que tentará o bicampeonato no fim deste mês, conversou com a Folha na semana passada.

 

Folha - Como está sua preparação para o WCG?
Fabio Jardim -
Jogo Guitar Hero há três anos e, em épocas de competição, treino de duas a três horas por dia.
O GH acrescentou algo à sua vida fora diversão?
Ele acrescentou muito na minha vida, como viagens, conhecer artistas famosos, programas de TV e alguns trabalhos. Recebo e-mails de fãs da China, recentemente recebi fotos. Lá, os jogadores que já conquistaram prêmios se tornaram muito famosos e assediados, com isso vi alguns tendo que andar com seguranças em volta.

Que dicas você dá para quem quer competir?
O Guitar Hero é um jogo que exige muita paciência e persistência: comece fazendo cinco estrelas em todas as músicas no nível médio e então faça o mesmo no hard e no expert. Então insista nos Full Combos (acertar todas as notas das seções mais difíceis) e, depois disso, estude o lugar certo para usar o Star Power, que dobra os pontos.



Mario conquista apresentadora
Priscila, 14, comanda programa de TV para crianças e gosta de jogos estrelados pelo simpático encanador
Jovens ídolos contam quais são os seus games preferidos; Twitter serve para manter contato com os fãs
MÁRCIO PADRÃO

Apesar de o Playstation ser a febre entre as crianças que ligam para o "Bom Dia & Cia.", programa infantil do SBT, a apresentadora Priscila Alcântara gosta mesmo é do Wii, da Nintendo.
Já seu companheiro de bancada, Yudi Tamashiro, 18, é fiel ao console da Sony.
Nos games, os dois também são bem diferentes.
Yudi prefere jogos agitados como Fatal Interia, Driver e Gran Turismo. Priscila curte os games do encanador Mario e o Wii Sports. Yudi gosta ainda de pesquisar músicas e coreografias de hip-hop na internet, e ambos conversam sempre com os fãs no Twitter.
Outro jovem ídolo consultado pela Folha, o ator da Globo Edoardo Dell'Aversana, de apenas cinco anos, ainda está na alfabetização e só acessa a internet por intermédio da mãe.
"Ela tem Facebook e sempre coloca umas fotos minhas. Depois ela me mostra e lê os comentários", diz o garoto, que faz o personagem Dino na novela "Passione". Ele também é fã de Mario -especificamente dos jogos Mario Galaxy e Mario Kart.
O guitarrista da banda Restart, Pedro Lucas Munhoz, mais conhecido como Pe Lu, 19, não se interessa por videogames portáteis. "Eles me dão dor de cabeça", diz ele, que adora o XBox.
"Eu gosto de Winning Eleven, que passou a se chamar Pro Evolution Soccer. Mas descobri um jogo do Poderoso Chefão que é fantástico!", diz.
Ele usa o Orkut e o Twitter para responder aos fãs, e até promove sessões de Twitcam de vez em quando.

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