Seguidores

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Araceli, Dudu, Raquel quantas crianças ainda serão abusadas, estupradas e mortas?


Araceli, Dudu, Raquel quantas crianças ainda serão abusadas, estupradas e mortas?
BASTA DE VIOLENCIA CONTRA CRIANÇA! CHEGA NÉ!!



Araceli Cabrera 8 anos, Kayto Guilherme 10 anos, Luis Eduardo o Dudu 10 anos, Raquel Genofre 9 anos, menina sem nome de 5 meses/CE. O que esses nomes,de meninos e meninas podem ter em comum? Todos foram abusados,violentados e mortos. Uns com requintes de crueldade outros por medo do reconhecimento.



Todos fazem parte de uma estatística que não pára de crescer e cada dia faz mais uma vítima, mais uma família destruída, e pouco tem se feito para mudar isso. 36 anos já se passaram desde a morte da menina Araceli no ES, Raquel foi esquartejada e deixada numa mala há pouco mais de 5 meses e em comum,há a impunidade,ou falta de empenho e ninguem preso pelo crime.

E não são só elas que passaram por isso, milhares de crianças são violentadas, estupradas ou mortas e ninguém paga por isso. E a pergunta que ecoa é POR QUE?Por que as vezes envolve "gente" ( leia lixo! ) importante, ou porque é parente, ou por que é so mais uma criança? Por que os casos que aparecem sem dar trégua na Tv, aceleram-se as investigações e até chegam a alguma punição ou espera por julgamento? Por que se acha o assaltante do carro de um filho de político, mas não chega ao padrasto ou pai tarado? Existem coisas que não entram na minha cabeça, mas ficam no coração.

Imagine a dor de uma mãe reconhecendo pedaços de sua filha numa mala? Ou levando um bebê de 5 meses sangrando a um hospital e vê-lo morrer em horas? Ou aquela mãe que tinha esperança de encontrar seu menino desaparecido e só acha ossos deformados por surras? Ou um pai que vê sua filha ter o rosto desfiguardo por ácido aos 8 anos de idade!??!! É dor demais..impunidade demais..Algumas mudanças estão ocorrendo, devagar, aos poucos, mas acontecendo. Que uma CPI está aberta e também chocada com tantos casos de violencias sexuais, tantas cenas absurdamente grotescas,e inimagináveis envolvendo crianças como foco principal para abusos e estupros e principalmente sendo alvo de busca de prazer de monstros, de lixo humano, de pedófilos e tarados. Se é doença realmente essa procura por crianças eu não sei, eu não acredito ser possível explicar assim facilmente uma devassidão, uma monstruosidade tão grande com seres tão indefesos chamando esses atos nojentos absurdo de doença.

É uma falta muito grande de Deus no coração, receba o nome que quiser mas é falta de um a LUZ maior na vida. É pura maldade, sadismo, brutalidade e faltam adjetivos para definir tais atos.

Precisamos cada vez mais fazermos algo para evitar ou diminiuir estes números absurdos envolvendo crianças, bebês e adolescentes.Seja denunciando os criminosos ou informando cada vez mais pessoas, prevenindo os filhos dos perigos da Internet sem esquecer dos perigos da rua e de algumas casas. Não transformar crianças, meninas em mini mulheres, nem meninos em pseudos garanhões. Deixar a crianças ser criança. Viver a infancia e protegê-la para que isso aconteça .
Mantenha o canal de diálogo sempre aberto para com as crianças, seja do seu vizinho ou sua filha. Não julgue a criança e sempre OUÇA o que ela tem a dizer. Se não fala ainda direito, peça um desenho, econheça pequenos sinais como medos, diurese noturno, choros, depressão, seja atento as crianças a sua volta. E aos adultos que vivem perto da criança, pois a maior parte de abusos são cometidos por pessoas que conhecem a criança. Ou sabem da sua rotina.

Repasse informações, procure se informar, ajude a diminuir,  a acabar com tantos sofrimentos.

Vamos cobrar mudanças de nossos políticos, novas leis devem ser feitas e as existentes cumpridas em seu rigor.

Basta desses crimes hediondos.

Basta de violencia sexual contra a criança.

Republicando o texto original, que foi publicado aqui, neste blog na segunda-feira, 27 de abril de 2009 pelas meninas do blog  Diga Não à Erotização Infantil
http://diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com/

Nenhum comentário:

Postar um comentário