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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Bacharelado, licenciatura, tecnologia e seqüenciais, qual a diferença?

Conheça os diferentes tipos de ensino superior

Existem cursos de bacharelado, licenciatura, tecnologia e seqüenciais.

A matéria que trata deste assunto recebeu 9 comentários, veja abaixo.
Leia o texto completo em 

Erivan Felix disse...

Vlw pelo esclarecimento, tirou minhas dúvidas esse ano passei no vestibular do CEFET, nível tecnológico, Gestão Ambiental, e é lamentável o preconceito das pessoas, mas esperamos que com o passar dos tempos isso acabe. Abração a todos e vlw , ótimo texto...
Anônimo disse...
viva aos tecnologos !!!!!!!!!....
Anônimo disse...
Eu espero que esse preconceito acabe com o passar dos anos...
Anônimo disse...
Eu cursei 2 semestres no tecnólogo e pedi a transferencia para o bacharel com medo de não ser aceito futuramente em concursos públicos. Eu entendo a preocupação do governo federal em garantir a qualidade do serviço público pelo fato do tecnólogo ser uma graduação que passou a ser reconhecida pelo mercado a pouco tempo, mas colocando essa graduação no mesmo nível de uma licenciatura ou de um bacharel vc está desmerecendo tais diplomas, os quais tem grande peso vindos das universidades federais que em sua maioria tem um ensino superior de melhor qualidade. E convenhamos, tecnólogo é uma formação específica...tem duração entre 2 e 3 anos e eu concordo plenamente em dizer que certos cargos dentro da petrobras por exemplo são apenas para engenheiros que cursaram os seus 5 anos e meio sofridos dentro de uma boa universidade. Não digo isso da boca pra fora, trabalho em uma empresa que fornece serviços para a petrobras e eu sei o nível que eles exigem. Não é preconceito meu, eu concordo que existem cargos em que tanto um tecnólogo quanto um bacharel podem exercer, afinal se passou pela prova ele provou o conhecimento que tem, mas existem limites, você não pode simplesmente permitir que um tecnólogo em análise e desenv. de sistemas ocupe um cargo de gestão de sistemas de informação pelo simples fato de que ele também possui um diploma de ensino superior. Um tecnólogo desse tipo é voltado ao desenvolvimento de software e possui somente algumas disciplinas voltadas para a gestão, portanto muito cuidado!
Anônimo disse...
Mas afinal, o que é que importa? O conhecimento do indivíduo ou SOMENTE a sua formação acadêmica? Os exames também servem para "filtar", não?
Ângelo-RJ disse...
A bem da verdade concursos como Agente da PF, PRF e outros que pedem qualquer nível superior, em nada vai importar se o candidato é tecnólogo ou bacharel pois não vai utilizar o que aprendeu com seu curso na faculdade em algumas das profissões. RH, Marketing, Adm, Pedadogia, Letras, História... nada disso será usado. Exceto se for curso de Direito. Então eu acho que o melhor filtro pra saber se o candidato serve ou não pra tarefa, é o próprio concurso.
Anônimo disse...
O preconceito contra tev]cnologos é coisa de pessoa burra que nem conhece a capacidade desse profissional...
Anônimo disse...
Parece que vc está bem esclarecido a respeito desse assunto. tenho uma dúvida. Recentemente começou a aparecer nos concursos da petrobras o cargo de PROFISSIONAL DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS JÚNIOR - PEDAGOGIA cuja exigência de titulção é graduação em Pedagogia ou Licenciatura em Pedagogia. Eu gostaria de saber se sendo licenciada em Letras e pós-graduada em Supervisão escolar e Orientação Educacional eu estaria habilitada para o cargo e portanto poderia pretar o concurso. obrigada
Anônimo disse...
estou cursando graduação tecnologica em marketing e gostaria de saber se com esse diploma de nivel superior seria valido para prestar o concurso de agente da policia federal? obrigado,aguardo resposta...

Um comentário:

  1. Infelizmente alguns bacharéis têm a visão muito limitada. Estudaram muito, porém nada aprenderam, de fato. O principal alguns não aprendem na sua longa jornada acadêmica: tolerância.

    Muitos criticam também os licenciados, que na maioria das vezes são responsáveis pela nossa formação até chegarmos ao ensino superior.

    Pela arrogância de alguns bacharéis - quero enfatizar que nem todos são assim – sabemos que estamos sendo notados. O temor de assumirmos seus lugares no mercado de trabalho tem provocado medo, intolerância, preconceito, menosprezo por nossa categoria.

    Quem dita as regras é o mercado. Este requer profissionais qualificados. Não importa quanto tempo passamos nos corredores da faculdade.

    E se 1600 horas/aula – que é o mínimo para um curso de graduação tecnológica - é pouco para satisfazer o ego dos bacharéis, por que será que uma pós-graduação de 360 horas/aula pode representar mais de 40% de reajuste no salário de um profissional, dependendo da instituição em que trabalha?

    MOACIR GARCIA
    Tecnólogo & Educação
    http://tecnologoeeducacao.blogspot.com/

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