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domingo, 15 de junho de 2008

Bacharelado, licenciatura, tecnologia e seqüenciais, qual a diferença?

Conheça os diferentes tipos de ensino superior

Existem cursos de bacharelado, licenciatura, tecnologia e seqüenciais.

Entenda as características, vantagens e desvantagens de cada um.

Você concluiu o ensino médio e pensa que agora é só fazer uma faculdade e pronto? Não é bem assim: no país existem quatro tipos diferentes de cursos, que oferecem perspectivas profissionais diversas. São os bacharelados, licenciaturas, cursos de tecnologia e seqüenciais.

Se, por exemplo, seu objetivo for se tornar um médico, engenheiro ou advogado não há muita escapatória. O caminho a seguir é o bacharelado. Mas e se a intenção é estudar gestão ambiental? Há pelo menos dois tipos de cursos disponíveis nas faculdades públicas e particulares do Brasil, os bacharelados e os de tecnologia.

Confira as diferenças segundo a Diretoria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação (MEC).


Vantagens e desvantagens

O bacharelado é o curso que busca a formação de profissionais como médicos, engenheiros, cientistas sociais, físicos, estatísticos, jornalistas, biólogos. Conforme a profissão, pode existir um conselho regional regulador. No caso do direito há a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Alguns cursos que podem ser bacharelado ou licenciatura. É o caso de física, biologia ou matemática, por exemplo. A diferença entre os dois é que o bacharel é formado para a atuação na pesquisa, na universidade ou no mercado. O licenciado tem habilitação para lecionar no ensino fundamental, médio ou no ensino técnico de nível médio.

Algumas faculdades permitem até que o estudante saia com os dois títulos. Por isso, na hora de escolher o vestibular, vale ficar atento ao que a instituição oferece.

Tecnólogo

Os cursos de tecnologia costumam ser mais curtos do que os bacharelados e oferecem uma formação voltada para a prática. Quem precisa tirar um diploma para, por exemplo, crescer na carreira, pode procurar um processo seletivo para tecnólogo. Mas vale ficar atento: conforme a região e o tipo de emprego, pode ser mais valorizado o bacharel ou o tecnólogo.

Os cursos de tecnologia oferecem formações nas seguintes áreas: ambiente, saúde e segurança; controle e processos industriais; gestão e negócios; hospitalidade e lazer; informação e comunicação; infra-estrutura; produção alimentícia; produção cultural e design; produção industrial; recursos naturais.

Seqüencial ou tecnólogo?

Os cursos seqüenciais, assim como os de tecnologia, têm duração mais curta que os bacharelados. Existem dois tipos de seqüencial, os de formação específica, que fornece diploma, e os de complementação de estudos, que fornecem certificados. Ambos se destinam a quem já concluiu o ensino médio.

Os seqüenciais de complementação de estudos são livres e costumam ser criados a partir de vagas ociosas em disciplinas já oferecidas em outros cursos de graduação. Já os de formação específica necessitam de projeto pedagógico e de reconhecimento.

Normalmente, os créditos ou disciplinas cursadas em seqüenciais podem ser aproveitadas para obter um diploma de bacharel, licenciado ou tecnólogo. Daí, algumas vezes o seqüencial pode ser uma alternativa para ingressar no mercado de trabalho específico e, para, depois dar continuidade aos estudos.

Bacharelados, licenciaturas e cursos de tecnologia dão direito a fazer qualquer tipo de pós-graduação – desde as profissionais, chamadas lato sensu, até os mestrados e doutorados. Já os cursos seqüenciais só possibilitam a pós-graduação profissional.

Tecnólogos lutam para serem aceitos em concursos no setor público

Índice de empregabilidade na iniciativa privada gira em torno de 90%.

Mas concursos como o da Petrobras recusam inscrições dos profissionais.

Os cursos superiores de tecnologia, que formam os chamados tecnólogos, têm crescido ano a ano no país, assim como o número de matrículas de alunos. O mercado de trabalho também tem absorvido essa mão-de-obra – o índice de empregabilidade na iniciativa privada gira em torno de 90%.
No entanto, órgãos públicos ainda resistem em aceitar candidatos com essa formação – muitos editais não prevêem vagas para os profissionais.

Outros, como os da Petrobras, especificam que não aceitam inscrições de tecnólogos. Para o sindicato da categoria, trata-se de preconceito

Quem se forma como tecnólogo recebe diploma de curso superior, mas não tem título de bacharel. A duração do curso é menor que a do bacharelado – de dois a três anos. O curso é direcionado para o mercado de trabalho e o tecnólogo sai do curso sabendo em que segmento irá atuar.

Petrobras

A Petrobras trouxe em seu último edital do concurso que oferece 2.611 vagas em 60 cargos a seguinte regra: “Para todos os cargos, não serão aceitos cursos de Tecnólogo ou Licenciatura, com exceção do cargo Profissional de Ciências Humanas e Sociais Júnior – Pedagogia, onde é prevista a formação em Licenciatura Plena”. Subsidiárias como a BR Distribuidora e a Transpetro seguem a mesma política da Petrobras.

A empresa justificou, por meio de sua assessoria de imprensa, que “avalia que os profissionais com título de bacharel, por possuírem uma formação mais completa, são aqueles que atendem plenamente às exigências inerentes às atividades da Petrobras. O plano de cargos da Petrobras prevê a contratação de profissionais de nível médio e nível superior para preenchimento dos cargos, não inclui tecnólogos”.

Desconhecimento

De acordo com Andréa de Faria Barros Andrade, diretora de regulação e supervisão de educação profissional e tecnológica do Ministério da Educação, a iniciativa privada requer muito esses profissionais, mas o movimento é contrário nos concursos públicos. “Muitos são empregados (na iniciativa privada) antes mesmo de terminar o curso”, diz.

Ela atribui a falta de inclusão em concursos ao desconhecimento por parte de quem elabora os editais, à dificuldade dos órgãos em enquadrar esses novos profissionais e ao preconceito do setor público.

Opinião semelhante tem Décio Moreira, presidente do Sindicato dos Tecnólogos de São Paulo. “Uns não colocam os cursos de tecnologia por desconhecimento, outros por preconceito e para descredenciar a formação”.

Segundo ele, muitas vezes nos editais a descrição das atividades de certos cargos contempla que tecnólogos podem concorrer. “Dependendo do cargo ele é tão apto quanto uma pessoa com bacharelado.”

O presidente do sindicato, que também é tecnólogo e professor da Faculdade de Tecnologia, em São Paulo, acha que com o crescimento dos cursos e da formação dos profissionais, a situação deve ser revertida.

“Ainda predomina a cultura corporativista das profissões tradicionais em termos de ocupação de empregos. É uma questão de quebra de paradigma. Os tecnólogos não querem tomar o lugar de ninguém. Eles podem ser menos acadêmicos, mas não são menos teóricos”, defende.

Metrô de SP

Moreira conta que o sindicato intercedeu junto ao Metrô de São Paulo e conseguiu mudar os requisitos para o cargo de supervisor de linha operacional, cujo concurso foi realizado no ano passado.

Antes o edital exigia certificado de conclusão de curso superior completo com bacharelado, e foi depois mudado para certificado de conclusão de curso superior completo para aceitar as inscrições de tecnólogos. “A descrição da função era compatível com a formação em cursos de tecnologia”, diz.

Segundo ele, ao colocar a palavra bacharelado, a companhia não queria aceitar formados em cursos seqüenciais, que duram em média dois anos, mas não são de graduação.

Em relação à Petrobras, o professor da Fatec disse que já foram feitas reuniões com representantes para tentar fazer com que a empresa passe a aceitar inscrições de tecnólogos em seus concursos.

Ele informou que a Associação Nacional dos Tecnólogos, entidade que abrange os sindicatos da categoria nos estados, irá entrar com uma ação civil pública contra o último concurso da Petrobras.

Edital

Décio Moreira diz que o sindicato intercede junto aos órgãos e empresas quando os candidatos se sentem prejudicados por não poderem prestar concurso público. A entidade fica na Praça Coronel Fernando Prestes, 30, Bom Retiro, São Paulo.

Os candidatos podem entrar em contato pelo telefone (11) 3315-8972 ou pelo e-mail tecnologo@tecnologo.org.br. No site www.tecnologo.org.br é possível encontrar informações sobre cursos, legislação do MEC, endereços de outros sindicatos no país, entre outras informações. Os candidatos também podem acessar o site da Associação Nacional dos Tecnólogos (www.ant.org.br).

Segundo ele, quando o edital traz entre os requisitos formação superior em qualquer área ou que englobe os cursos realizados pelos estudantes os tecnólogos podem se inscrever. Mas se o regulamento especificar que não aceita inscrição de tecnólogos ou colocar a palavra bacharelado fica mais difícil reverter a situação.

Andréa lembra que alguns editais pedem nos requisitos a carga horária mínima dos cursos, e isso pode beneficiar os tecnólogos. Os cursos de tecnologia têm carga horária total de 1.600 a 2.400 horas. Já os de bacharelado vão de 2.400 a 7.200 horas.

“Se o curso que o candidato fez tem 2.400 horas e o edital pedir graduação com duração de 2.100 horas, por exemplo, o tecnólogo pode se candidatar”. Para ela, a discussão deve ser feita em cima da qualidade dos cursos, e não da duração.

Aumenta exigência de nível superior em concursos públicos

Cargos que antes exigiam escolaridade de nível médio passaram a exigir formação superior.Órgãos públicos justificam que, ao elevar o nível de exigência, melhora-se a qualificação.

Essa tendência também se verifica nos concursos públicos - cargos que antes exigiam escolaridade de nível médio (antigo segundo grau), como técnico da Receita e agente da Polícia Federal, passaram a exigir formação superior.

A tendência beneficia quem tem condições de fazer um curso de graduação, mas discrimina quem tem nível médio de escolaridade.

Especialistas ouvidos pelo G1 dizem que, além do afunilamento para cargos de nível superior, a mudança na exigência pode também causar desmotivação em selecionados com bacharelado se eles desempenharem funções que seriam mais adequadas para candidatos de escolaridade mais baixa.

Os órgãos públicos justificam que, ao elevar o nível de exigência, melhora-se a qualificação dos funcionários e, conseqüentemente, os serviços prestados à sociedade. Já os funcionários que assumiram o cargo quando a exigência era de nível médio acabam beneficiados com todos os aumentos e gratificações que a mudança de escolaridade traz às carreiras.

Discriminação e desmotivação

Mas Wilson Granjeiro, professor de direito administrativo e diretor financeiro-pedagógico do curso preparatório Obcursos, salienta que essa tendência pode causar o efeito contrário. “Quem tem nível superior vai se sentir desmotivado para exercer funções abaixo da sua capacidade, não vai se ajustar e poderá deixar o cargo rapidamente”, comenta.

Para ele, a medida discrimina pessoas de nível médio que têm talento para o cargo e desmotiva bacharéis que têm vocação para exercer funções que exigem maior conhecimento intelectual.

Ele considera um exagero, por exemplo, exigir nível superior para o cargo de policial militar no Distrito Federal. “Está previsto um concurso para este ano e já virá com a exigência”, afirmou.

Segundo Granjeiro, a tendência em mudar o nível de escolaridade está levando mais alunos com nível superior ou ainda na universidade para os cursinhos preparatórios. Nas unidades do Obcursos, atualmente, 60% dos alunos estão estudando ou já concluíram a graduação. Há dez anos, o número era de 20%, e os de nível médio eram 60%. “Houve uma inversão”, diz.

Jorge Pinho, professor do Departamento de Administração da Universidade de Brasília (UnB), acha que a tendência é decorrência da oferta cada vez maior de mão-de-obra em detrimento da pouca oferta de emprego.

“Se você eleva os requisitos de seleção coloca um funcionário melhor qualificado. Mas uma pessoa com nível superior, ao exercer função de nível médio, pode se sentir pouco prestigiada pelas tarefas que exerce porque ela tem um status intelectual que quer colocar em prática”, diz.

Ele aponta que muitos candidatos de nível superior preferem disputar cargos de nível médio por acharem que as chances de serem aprovados são maiores. “Mas os cargos de nível médio são muito mais concorridos”, afirma. “É o mesmo risco que se corre ao exigir nível superior para funções que não precisam dessa formação”.

Para Pinho, o nível médio é encarado atualmente apenas como caminho para chegar à universidade. Com a exigência cada vez mais específica para os cargos, a tendência é que os concursos passem a colocar vagas para candidatos com cursos técnicos e com nível superior, abolindo o chamado nível médio universal. “O Programa de Aceleração do Crescimento é uma amostra disso. Muitos cargos serão criados, até 2010, de nível técnico e superior”.

Sindicato

O presidente da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil, João Domingos Gomes dos Santos, diz que o sindicato é favorável à tendência de exigir cada vez mais qualificação dos candidatos a cargos no setor público.

“Somos a favor porque busca-se o serviço público de qualidade, e a qualificação profissional já começa pela formação didática. Para isso, é necessária a elevação do nível profissional a partir do nível de escolaridade.”

Ele ressalta, no entanto, que, além do diploma, o candidato deve ter treinamento técnico profissional específico para exercer o cargo e atender às exigências do serviço público.

Polícia Federal

Na Polícia Federal, os cargos de agente, escrivão e papiloscopista exigem nível superior de escolaridade desde 1997. A lei é de 1996. Com a mudança de escolaridade, o salário para os cargos quase dobrou – a assessoria ressalta que nesse aumento foi incluído um reajuste dado pelo governo na época. Atualmente o salário dos três cargos é de R$ 7.514,00. O órgão justifica a mudança como necessária para aprimorar e qualificar a mão-de-obra.

Oficial de Justiça

O cargo de oficial de Justiça exige nível médio de escolaridade, mas pode passar a exigir nível superior ainda este ano. O projeto de lei 107/07, do deputado federal Cezar Silvestri (PPS-PR), que tramita no Senado, propõe alteração nas leis 5.869/1973 (Código de Processo Civil) e 3.689/1941 (Código de Processo Penal), e exige graduação em direito para o cargo.

O projeto foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em fevereiro, mas ainda precisa passar pelo Plenário.

Em dezembro de 2007, o Conselho Nacional de Justiça já tinha aprovado resolução recomendando o ensino superior para o cargo, preferencialmente graduação em direito, concedendo prazo de 60 dias para os tribunais se manifestarem a respeito. Um dos argumentos na resolução é a necessidade de conhecimentos técnico-jurídicos diante de ocorrência de situações imprevistas.

Se a proposta for aprovada, tribunais de Justiça de todo o país deverão adotar essa escolaridade em seus próximos concursos.

Ainda pela proposta, quem já ocupa o cargo terá asseguradas a remuneração e vantagens que deverão ser estabelecidas, mesmo que não tenham bacharelado em direito.

Ao apresentar seu projeto, Silvestri argumentou que a medida atende ao princípio da eficiência dos serviços públicos. O deputado lembrou que os oficiais de Justiça são responsáveis por cumprir todas as decisões da Justiça brasileira.

Entre as atribuições do oficial de Justiça estão, por exemplo, fazer buscas e apreensões, prisões, intimações, citações e penhoras. O deputado observa que o conjunto de atividades desempenhadas por eles demanda conhecimento aprofundado em diversas áreas de direito.

Receita e PRF

Desde 1999, o cargo de técnico da Receita Federal também passou a exigir nível superior. Com a entrada em vigor da chamada Super-Receita (unificação da Receita Federal e da Receita Previdenciária), passou a ser denominado analista tributário.

O cargo de policial rodoviário federal quase teve a escolaridade mudada de nível médio para superior. A própria Polícia Rodoviária Federal chegou a informar que o Ministério do Planejamento havia confirmado a mudança para as 3 mil vagas autorizadas para este ano.

Mas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por meio de medida provisória publicada no Diário Oficial da União do último dia 14, manteve a exigência de nível médio. Para a PRF, o salário, atualmente de R$ 5.084, está dentro da faixa de remunerações de nível superior.

A mudança de nível de escolaridade é uma reivindicação antiga da própria PRF. Para o órgão, quanto melhor a qualificação e a remuneração, melhor o serviço prestado à sociedade.

Do G1
http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL601077-5604,00.html

17 comentários:

  1. Vlw pelo esclarecimento, tirou minhas dúvidas esse ano passei no vestibular do CEFET, nível tecnológico, Gestão Ambiental, e é lamentável o preconceito das pessoas, mas esperamos que com o passar dos tempos isso acabe. Abração a todos e vlw , ótimo texto...

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  2. viva aos tecnologos !!!!!!!!!....

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  3. Eu espero que esse preconceito acabe com o passar dos anos...

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  4. Eu cursei 2 semestres no tecnólogo e pedi a transferencia para o bacharel com medo de não ser aceito futuramente em concursos públicos. Eu entendo a preocupação do governo federal em garantir a qualidade do serviço público pelo fato do tecnólogo ser uma graduação que passou a ser reconhecida pelo mercado a pouco tempo, mas colocando essa graduação no mesmo nível de uma licenciatura ou de um bacharel vc está desmerecendo tais diplomas, os quais tem grande peso vindos das universidades federais que em sua maioria tem um ensino superior de melhor qualidade. E convenhamos, tecnólogo é uma formação específica...tem duração entre 2 e 3 anos e eu concordo plenamente em dizer que certos cargos dentro da petrobras por exemplo são apenas para engenheiros que cursaram os seus 5 anos e meio sofridos dentro de uma boa universidade. Não digo isso da boca pra fora, trabalho em uma empresa que fornece serviços para a petrobras e eu sei o nível que eles exigem.

    Não é preconceito meu, eu concordo que existem cargos em que tanto um tecnólogo quanto um bacharel podem exercer, afinal se passou pela prova ele provou o conhecimento que tem, mas existem limites, você não pode simplesmente permitir que um tecnólogo em análise e desenv. de sistemas ocupe um cargo de gestão de sistemas de informação pelo simples fato de que ele também possui um diploma de ensino superior. Um tecnólogo desse tipo é voltado ao desenvolvimento de software e possui somente algumas disciplinas voltadas para a gestão, portanto muito cuidado!

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  5. Mas afinal, o que é que importa? O conhecimento do indivíduo ou SOMENTE a sua formação acadêmica? Os exames também servem para "filtar", não?

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  6. A bem da verdade concursos como Agente da PF, PRF e outros que pedem qualquer nível superior, em nada vai importar se o candidato é tecnólogo ou bacharel pois não vai utilizar o que aprendeu com seu curso na faculdade em algumas das profissões. RH, Marketing, Adm, Pedadogia, Letras, História... nada disso será usado. Exceto se for curso de Direito. Então eu acho que o melhor filtro pra saber se o candidato serve ou não pra tarefa, é o próprio concurso.

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  7. O preconceito contra tev]cnologos é coisa de pessoa burra que nem conhece a capacidade desse profissional...

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  8. Parece que vc está bem esclarecido a respeito desse assunto. tenho uma dúvida. Recentemente começou a aparecer nos concursos da petrobras o cargo de PROFISSIONAL DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS JÚNIOR - PEDAGOGIA cuja exigência de titulção é graduação em Pedagogia ou Licenciatura em Pedagogia. Eu gostaria de saber se sendo licenciada em Letras e pós-graduada em Supervisão escolar e Orientação Educacional eu estaria habilitada para o cargo e portanto poderia pretar o concurso.
    obrigada

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  9. estou cursando graduação tecnologica em marketing e gostaria de saber se com esse diploma de nivel superior seria valido para prestar o concurso de agente da policia federal? obrigado,aguardo resposta...

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  10. OLHA SE VC SOUBESSE O QUE ESTÁ A ADIZER NÃO FARIA ISSO. POIS PARA QUE VC SAIBA QUANDO SE EXIGE CURSO SUPERIOR E NÃO DESTINGUE O CURSO, UM TECNÓLOGO É TÃO COMPETENTE QUANTO UM BACHAREL OU LICENCIADO. SÓ DEPENDE DE QUEM ASSUMIU O CARGO PARA APRENDER A DESEMPENHAR A NOVA FUNÇÃO. OU VC ACHA QUE UM BACHAREL É MAIS INTELIGENTE QUE UM TECNÓLOGO? EU NÃO CONCORDO POIS IRÁ APRENDER UMA NOVA FUNÇÃO. E NEM VAI USAR AS DICIPLINAS DA FACULDADE. TUDO DEPENDE DA COMPETENCIA DE CADA UM E NÃO DO TEMPO QUE FICOU NA ESCOLA......KARLOS.

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  11. É evidente que cursos com maior duração tem mais chances de ensinar mais.
    Aconselho os cursos rápidos para quem já tem uma faculdade e quer aprender ou se aperfeiçoar em uma profissão que ele originalmente não cursou.
    Isto vale também para quem já trabalha em uma área, mas não tem formação acadêmica.
    Como exemplo e apenas como exemplo:
    - uma pessoa que trabalha com informática, mas nunca fez um curso universitário, então neste caso vale a pena o curso rápido.
    Quanto aos concursos públicos, a discussão é longa, depende do edital.

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  12. mais vale apena ou não fazer o curso tecnologico?

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  13. A formação técnica, tecnológica às vezes é mais importante que a faculdade "antiga", vou citar a Fatec em São Paulo, alguns cursos que ele ministra dão uma enorme chance no mercado de trabalho, pois são praticamente ferramenta não mão.

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    1. A petrobrás por ser uma empresa pública,deveria ser a primeira a dar oportunidades aos profissionais tecnólogos, pois ela abre concursos para setores específicos,de acordo com a necessidade da mão de obra,e exige do profissional uma formação que não justifica o trabalho em sí. Pontanto isso é apenas uma maneira de selecionar os candidatos. Porque o governo criou o cursos se nem ele mesmo acredita no potencial daqueles diplomados em questão........................

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  14. Não é questão de preconceito, universidades federais e estaduais possuem um nível de qualidade de ensino muito superior a diversas empresas privadas, quem da duro por um título de bacharel sabe que não é fácil, não que um título de tecnólogo não seja, mas a diferença entre os cursos e a preparação acadêmica é notória.

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  15. Bacharelado é um nível acadêmico superior a tecnólogo e isso é notório tanta na estrutura dos dois cursos, como horas/aula, disciplinas abordadas, prática, etc. Basta dar olhada nas grades curriculares de ambos.

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  16. Não entendo que cursos de tecnologia tem duração de 2 a 3 anos. Me formei na UTFPR, e todos os cursos tecnológicos la são de 4 anos. Diferente dos tecnologicos de particulares que vejo por aqui, que duram somente 2 anos. Algumas denominações são controvérsas,e deveriam ser revistas, pois cursos de 2 anos para mim não passam de cursos técnicos.

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